Publicado por: Arthur | 7 Setembro, 2008

Exigindo o eterno do perecível.

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Não mais solidão...

“… Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal. Mentira: compreendo, sim. Mesmo consciente de que nasci sozinho do útero de minha mãe, berrando de pavor para o mundo insano, e que embarcarei sozinho num caixão rumo a sei lá o quê, além do pó. O que ou com quem cruzo esses dois portos gelados da solidão é mera viagem: véu de maya, ilusão, passatempo. E exigimos o eterno do perecível, loucos“.

Caio Fernando Abreu


Respostas

  1. Na verdade o ser humano nasceu para fazer o que é de masi importante sozinho, e compartilhar as suas conqustas, somos os únicos responsaveis pelos nossos méritos.

  2. …e pelos nossos destinos. Mas achar o nosso cobertor de orelha é tudo de bom.

  3. Olá senhores,

    Creio que sim, temos responsabilidade sobre o nosso destino, mas o compartilhar é algo fundamental em nossas vidas. O homem pelo outro se constrói (é de alguém que não lembro quem) e os mais próximos são nossos grandes engenheiros.


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