Há muito tempo que eu não assistia um filme tão belo e tão doce. A adolescência é um período de muitos conflitos. A descoberta da sexualidade e, especialmente, de uma orientação sexual diferente é muito complexa e difícil.
O filme retrata o tema de forma delicada e muito natural.
Trata-se de um curta-metragem de apenas 15 minutos. Em uma palavra: lindo…
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Preciso fazer a página de cinema que sempre me proponho!




20 fevereiro, 2011 no 21:14
Sério. Foi a coisa mais bonita que já assisti. Revi esse curta umas duzentas vezes.
E a parte mais fofa foi quando Leo pergunta à amiga se as pessoas o achavam bonito.
Senti uma coisa tão boa por dentro…
Um abraço!
27 fevereiro, 2011 no 13:23
Adorei o filme SG. Também o assisti várias vezes. Mas sabe uma parte que eu adorei? Quando os três estão sentados, depois “eu sou bonite?”, Gabriel chega e Léo já se aferra ao braço dele… As caras dos três é ótima! “Vocês tão aí”?
Agora, só de fofoca, aquele professor de história… Porque eu não tenho um assim!!! Rsrsrs
Abração,
Arthur
23 fevereiro, 2011 no 2:58
Realmente ‘lindo…’
Uma película límpida, sutil, leve…
Sem o peso das fobias, dos olhares…
Nada ficou torpe. Estranhamente, a cegueira deu luz à simplicidade, à espontaneidade que era de se esperar numa sociedade evoluída, mas enfim…
Muitíssimo bem pinçado!
27 fevereiro, 2011 no 13:28
Concordo, Edson.
Sabe que o que mais me atrai em filmes assim, é esta coisa da naturalidade da simplicidade. Nada forçado, nada de grandes crises, nada de delírios existenciais (como o que eu tenho às vezes – rsrsrs – oh mundo cruel)!
Abração,
Arthur