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	<title>Comentários sobre Voluntas</title>
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	<description>Do que é feito o desejo?</description>
	<lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2009 00:41:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Contagem regressiva por Arthur</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/24/contagem-regressiva/#comment-475</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 00:41:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1283#comment-475</guid>
		<description>Marcos, 

Meu primeiro namoro de longo tempo (namorado mesmo), durou pouco mais de três anos. Era a primeira vez que eu namorava de verdade, com direito a planos, cumplicidade, noites e mais noites de sexo do selvagem ao suave, doce. 

Nos misturamos muito nesse tempo. Nossas vidas foram realmente muito interligadas. Tínhamos conta conjunta, fazíamos a mesma pós-graduação, tínhamos os mesmo amigos. Era muito bom o apoio e o suporte de todos. Entretanto, quando nos separamos, esta vida entrelaçada foi terrível. Desvincular-nos era muito difícil!

Íamos aos mesmos lugares e os amigos em comum ficavam divididos sobre a quem deveriam dar atenção. Dividir os “&lt;em&gt;bens&lt;/em&gt;” que tínhamos era outra coisa complicada, pois tudo era parte de nossa história. 

Fico feliz por vocês conseguirem levar este termo de forma saudável. O nosso não foi fácil, pois nos machucávamos muito. As coisas foram tão pesadas que hoje praticamente não nos falamos. Não tenho nada contra ele, mas sei que ele sofreu muitíssimo com a separação e prefere não aprofundar nossa relação. 

Até hoje ele é amigo de minha família, mãe, primos, tios e todos acham estranhíssimo o fato de termos ficado tão afastados. Sinceramente eu gostaria de uma maior proximidade dele, mas respeito sua distância.

Dizem que a terceira década é a do sucesso sim! A gente já tem maturidade, uma certa independência, já sabe o que a gente quer (ou pelo menos o que a gente não quer) – &lt;em&gt;rsrsrs&lt;/em&gt;. Faço votos que sua terceira década seja fantástica. E creio que não vai ser difícil não... Pelo que sempre observei em seu Blog, suas opiniões lúcidas, estes novos anos que vêm serão a concretização do “sucesso”! 

No meu caso, espero que a quarta década traga-me boas surpresas e uma realização afetiva. Ainda não venci o trauma de assistir “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Baby Love&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” ou “&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Breakfast with Scot&lt;/em&gt;”... De vez em quando penso em companheiro, filho, cachorro, casa com gramado, etc... Dá para acreditar, ou é a velhice chegando? (&lt;em&gt;Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs&lt;/em&gt;)

Fique bem e um grande abraço!

Arthur</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos, </p>
<p>Meu primeiro namoro de longo tempo (namorado mesmo), durou pouco mais de três anos. Era a primeira vez que eu namorava de verdade, com direito a planos, cumplicidade, noites e mais noites de sexo do selvagem ao suave, doce. </p>
<p>Nos misturamos muito nesse tempo. Nossas vidas foram realmente muito interligadas. Tínhamos conta conjunta, fazíamos a mesma pós-graduação, tínhamos os mesmo amigos. Era muito bom o apoio e o suporte de todos. Entretanto, quando nos separamos, esta vida entrelaçada foi terrível. Desvincular-nos era muito difícil!</p>
<p>Íamos aos mesmos lugares e os amigos em comum ficavam divididos sobre a quem deveriam dar atenção. Dividir os “<em>bens</em>” que tínhamos era outra coisa complicada, pois tudo era parte de nossa história. </p>
<p>Fico feliz por vocês conseguirem levar este termo de forma saudável. O nosso não foi fácil, pois nos machucávamos muito. As coisas foram tão pesadas que hoje praticamente não nos falamos. Não tenho nada contra ele, mas sei que ele sofreu muitíssimo com a separação e prefere não aprofundar nossa relação. </p>
<p>Até hoje ele é amigo de minha família, mãe, primos, tios e todos acham estranhíssimo o fato de termos ficado tão afastados. Sinceramente eu gostaria de uma maior proximidade dele, mas respeito sua distância.</p>
<p>Dizem que a terceira década é a do sucesso sim! A gente já tem maturidade, uma certa independência, já sabe o que a gente quer (ou pelo menos o que a gente não quer) – <em>rsrsrs</em>. Faço votos que sua terceira década seja fantástica. E creio que não vai ser difícil não&#8230; Pelo que sempre observei em seu Blog, suas opiniões lúcidas, estes novos anos que vêm serão a concretização do “sucesso”! </p>
<p>No meu caso, espero que a quarta década traga-me boas surpresas e uma realização afetiva. Ainda não venci o trauma de assistir “<strong><em>Baby Love</em></strong>” ou “<em></em><em>Breakfast with Scot</em>”&#8230; De vez em quando penso em companheiro, filho, cachorro, casa com gramado, etc&#8230; Dá para acreditar, ou é a velhice chegando? (<em>Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs</em>)</p>
<p>Fique bem e um grande abraço!</p>
<p>Arthur</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Contagem regressiva por Arthur</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/24/contagem-regressiva/#comment-474</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 00:21:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1283#comment-474</guid>
		<description>Olá Marcus, saudade de você por aqui. 

Acredito firmemente no que você coloca. Já há um tempo que a “paixão” é mais suave. Os sentimentos são mais fluidos, mais sutis. Sinto saudade dos arrepios e da inocência. Na verdade eu sinto saudade de um lado de mim que era muito crente e confiante. Ouvir um “eu te amo” me fazia mover montanhas. Os últimos que ouvi, pensei: “será que são sinceros”. 

Acho que o tempo nos causa alguns machucados. “Gato escaldado tem medo de água fria”... Eu diria que tenho medo hoje de qualquer líquido (&lt;em&gt;rsrsrs&lt;/em&gt;) e é isso o que tem me incomodado. Uma necessidade gritante de me proteger. Lembro da música de Fafá, letra escrita por Bruna Lombardi (adoro a poesia dela) – &lt;strong&gt;Que me venha este homem&lt;/strong&gt;. 

Na última estrofe ela diz:


&lt;blockquote&gt;Que me salve esse homem
Com sua febre de fogo
Que me prenda no espaço
De seu passo mais louco

Que me venha esse homem
Que me arranque do sono
Que me machuque um pouco.&lt;/blockquote&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Marcus, saudade de você por aqui. </p>
<p>Acredito firmemente no que você coloca. Já há um tempo que a “paixão” é mais suave. Os sentimentos são mais fluidos, mais sutis. Sinto saudade dos arrepios e da inocência. Na verdade eu sinto saudade de um lado de mim que era muito crente e confiante. Ouvir um “eu te amo” me fazia mover montanhas. Os últimos que ouvi, pensei: “será que são sinceros”. </p>
<p>Acho que o tempo nos causa alguns machucados. “Gato escaldado tem medo de água fria”&#8230; Eu diria que tenho medo hoje de qualquer líquido (<em>rsrsrs</em>) e é isso o que tem me incomodado. Uma necessidade gritante de me proteger. Lembro da música de Fafá, letra escrita por Bruna Lombardi (adoro a poesia dela) – <strong>Que me venha este homem</strong>. </p>
<p>Na última estrofe ela diz:</p>
<blockquote><p>Que me salve esse homem<br />
Com sua febre de fogo<br />
Que me prenda no espaço<br />
De seu passo mais louco</p>
<p>Que me venha esse homem<br />
Que me arranque do sono<br />
Que me machuque um pouco.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Por que é sábado por Arthur</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/10/por-que-e-sabado/#comment-473</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 00:10:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1256#comment-473</guid>
		<description>Oi Rafael! 

Compreendo você. Lidar com certos fantasmas não é confortável nem saudável. É fácil quando a gente sabe claramente que existe “um rival”. Mas é complicado quando o outro nega a existência deste “rival” que nós sentimos. 

Compreendo você quando fala da fúria contida. Comigo a sensação era mais de mágoa, mais de impotência por não conseguir fazê-lo perceber que eu gostaria de poder compartilhar com ele coisas que ele compartilhava com o ex. Sentia-me “roubado” de momentos em que podíamos estar juntos e ele os gastava com o ex. Com o tempo aprendi a compreender as necessidades dele também. O problema não era que ele não pudesse ter seu tempo, seus programas, seus interesses com outra pessoa, mas que esta outra pessoa fosse o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;dito cujo ex&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;!

Conseguimos progredir neste assunto depois de muitas conversas. Prometi compreender suas necessidades de compartilhar com o outro e ele compreendeu que isso não era agradável para mim. Chegamos a um meio termo interessante, mas só depois de uma situação pesada que nos passou (o tal &lt;em&gt;post &lt;/em&gt;doído). Preciso arranjar um tempinho e mais coragem para escrever! Mas sabe que é bom este tipo de “desabafo”? 

Obrigado por me incentivar.

Um abração!

Arthur</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Rafael! </p>
<p>Compreendo você. Lidar com certos fantasmas não é confortável nem saudável. É fácil quando a gente sabe claramente que existe “um rival”. Mas é complicado quando o outro nega a existência deste “rival” que nós sentimos. </p>
<p>Compreendo você quando fala da fúria contida. Comigo a sensação era mais de mágoa, mais de impotência por não conseguir fazê-lo perceber que eu gostaria de poder compartilhar com ele coisas que ele compartilhava com o ex. Sentia-me “roubado” de momentos em que podíamos estar juntos e ele os gastava com o ex. Com o tempo aprendi a compreender as necessidades dele também. O problema não era que ele não pudesse ter seu tempo, seus programas, seus interesses com outra pessoa, mas que esta outra pessoa fosse o <em><strong>dito cujo ex</strong></em>!</p>
<p>Conseguimos progredir neste assunto depois de muitas conversas. Prometi compreender suas necessidades de compartilhar com o outro e ele compreendeu que isso não era agradável para mim. Chegamos a um meio termo interessante, mas só depois de uma situação pesada que nos passou (o tal <em>post </em>doído). Preciso arranjar um tempinho e mais coragem para escrever! Mas sabe que é bom este tipo de “desabafo”? </p>
<p>Obrigado por me incentivar.</p>
<p>Um abração!</p>
<p>Arthur</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Mais relações abertas&#8230; por Arthur</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/02/mais-relacoes-abertas/#comment-472</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 23:58:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1246#comment-472</guid>
		<description>Oi Marcos, 

Bom ler você aqui! Compreendo o que você fala quando comenta ser “ciumento”. 

Eu não me considero ciumento. Procuro sempre deixar o outro completamente livre. Mas isso nunca incluiu assumir uma relação aberta. Penso que cada um é cada um e conheço pessoas que têm relações assim. 

Eu não me vejo dessa forma se realmente gosto. Sempre me dedico demais e não consigo ser capaz de me dedicar a duas pessoas ao mesmo tempo. 

Um abração!

Arthur</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Marcos, </p>
<p>Bom ler você aqui! Compreendo o que você fala quando comenta ser “ciumento”. </p>
<p>Eu não me considero ciumento. Procuro sempre deixar o outro completamente livre. Mas isso nunca incluiu assumir uma relação aberta. Penso que cada um é cada um e conheço pessoas que têm relações assim. </p>
<p>Eu não me vejo dessa forma se realmente gosto. Sempre me dedico demais e não consigo ser capaz de me dedicar a duas pessoas ao mesmo tempo. </p>
<p>Um abração!</p>
<p>Arthur</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Mais relações abertas&#8230; por Marcos Freitas</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/02/mais-relacoes-abertas/#comment-471</link>
		<dc:creator>Marcos Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 16:12:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1246#comment-471</guid>
		<description>É, eu também acho que para mim nao funciona um lance de relacionamento aberto, a não ser que não existe aquele &quot;amor&quot; e haja apenas uma afinidade gostosa, se é que me entende. Sou muito ciumento para ter um relacionamento aberto, e esse ciume nem é disconfiança, as vezes é a carença tipica de todo taurino.

O Douglas, meu ex, também se comporta como você, tudo o que aconteceu e acontece, como disse num comentário anterior, estamos estranhamento muito próximos, ele me conta, isso me dá um certo conforto, pois vejo nele sinceridade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, eu também acho que para mim nao funciona um lance de relacionamento aberto, a não ser que não existe aquele &#8220;amor&#8221; e haja apenas uma afinidade gostosa, se é que me entende. Sou muito ciumento para ter um relacionamento aberto, e esse ciume nem é disconfiança, as vezes é a carença tipica de todo taurino.</p>
<p>O Douglas, meu ex, também se comporta como você, tudo o que aconteceu e acontece, como disse num comentário anterior, estamos estranhamento muito próximos, ele me conta, isso me dá um certo conforto, pois vejo nele sinceridade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Contagem regressiva por Marcos Freitas</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/24/contagem-regressiva/#comment-470</link>
		<dc:creator>Marcos Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 16:05:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1283#comment-470</guid>
		<description>Ui, senti arrepeios ao ler o seu texto, eu estou entrando na casa dos 30, dizem que é a idade do sucesso, não sei, estou prestes a descobrir, mas assim como você, assumo, eu valorizo uma relação afetiva estável, mas também me encontro sozinho e tenho medo. Depois de 6 anos de relacionamento, será se eu sei paquerar? Creio que não, ainda sinto os tais arrepeios quando ELE se aproxima, mas confesso, não é mais aquele amor que existia antes e não vejo isso como algo negativo.

Não acredito no amor eterno, nada na vida é imutavel, pq o amor seria? Acredito no respeito, companherismo, fidelidade, leadade, amizade entre outros e a soma desses sentimentos, coloca qualquer amor no chinelo, mesmo separado do Douglas, não conseguimos nos separar, é redundante, mas eu me explico: Não estamos juntos como namorados, mas não conseguimos nos desvinciliar um do outro, saimos juntos, vamos ao cinema, quando um não liga o outro manda um email e assim estamos caminhando, nos separamos? Não sei, só sei que tá estranho e eu não gosto disso, sou taurino, gosto de clareza, estabilidade e segurança, mas a vida se regenera, pode acreditar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ui, senti arrepeios ao ler o seu texto, eu estou entrando na casa dos 30, dizem que é a idade do sucesso, não sei, estou prestes a descobrir, mas assim como você, assumo, eu valorizo uma relação afetiva estável, mas também me encontro sozinho e tenho medo. Depois de 6 anos de relacionamento, será se eu sei paquerar? Creio que não, ainda sinto os tais arrepeios quando ELE se aproxima, mas confesso, não é mais aquele amor que existia antes e não vejo isso como algo negativo.</p>
<p>Não acredito no amor eterno, nada na vida é imutavel, pq o amor seria? Acredito no respeito, companherismo, fidelidade, leadade, amizade entre outros e a soma desses sentimentos, coloca qualquer amor no chinelo, mesmo separado do Douglas, não conseguimos nos separar, é redundante, mas eu me explico: Não estamos juntos como namorados, mas não conseguimos nos desvinciliar um do outro, saimos juntos, vamos ao cinema, quando um não liga o outro manda um email e assim estamos caminhando, nos separamos? Não sei, só sei que tá estranho e eu não gosto disso, sou taurino, gosto de clareza, estabilidade e segurança, mas a vida se regenera, pode acreditar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Contagem regressiva por MARCUS</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/24/contagem-regressiva/#comment-469</link>
		<dc:creator>MARCUS</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 22:45:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1283#comment-469</guid>
		<description>OLÁ, ARTHUR. MESMO QUE VOCÊ NÃO REENCONTRE O MESMO ENCANTAMENTO DAS PRIMEIRAS RELAÇÕES, DA MESMA FORMA, ACHO QUE NOVOS ENCANTAMENTOS PODEM APARECER. SE VOCÊ, MAIS ADULTO, NÃO SENTIR AQUELE ARREPIO AVASSALADOR AO CONHECER ALGUÉM, TUDO BEM. ISSO NÃO SIGNIFICA FALTA DE SENTIMENTO, MAS MUDANÇA DELE. SE PINTAR UMA RELAÇÃO MAIS AMOR, MENOS PAIXÃO, ACHO VÁLIDO. E VOCÊ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OLÁ, ARTHUR. MESMO QUE VOCÊ NÃO REENCONTRE O MESMO ENCANTAMENTO DAS PRIMEIRAS RELAÇÕES, DA MESMA FORMA, ACHO QUE NOVOS ENCANTAMENTOS PODEM APARECER. SE VOCÊ, MAIS ADULTO, NÃO SENTIR AQUELE ARREPIO AVASSALADOR AO CONHECER ALGUÉM, TUDO BEM. ISSO NÃO SIGNIFICA FALTA DE SENTIMENTO, MAS MUDANÇA DELE. SE PINTAR UMA RELAÇÃO MAIS AMOR, MENOS PAIXÃO, ACHO VÁLIDO. E VOCÊ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Por que é sábado por Rafael</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/10/por-que-e-sabado/#comment-468</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 14:10:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1256#comment-468</guid>
		<description>Arthur,
espero que você escreva o seu &quot;post – mais longo e mais &#039;doído&#039;&quot;.

Este assunto muito me interessa, pois são poucas as pessoas que compreendem o que eu passo.

A duas semanas atrás tive uma notícia &quot;boa&quot;(no começo eu pensei ser boa). O tal amigo, que ,até então, morava a dois prédios de distância, teve de se mudar, está morando agora a umas 5 ou 6 quadras.

Não posso ligar que senti um certo alívio e fiquei até feliz, mas isso durou só até o momento em que eu percebi o quão chateado meu companheiro ficou. O alívio foi substituído imediatamente por uma certa fúria interna, mas, mais uma vez, consegui contê-la e engarrafá-la, só espero que na hora em que eu abrir esta garrafa o gás já tenha acabado.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arthur,<br />
espero que você escreva o seu &#8220;post – mais longo e mais &#8216;doído&#8217;&#8221;.</p>
<p>Este assunto muito me interessa, pois são poucas as pessoas que compreendem o que eu passo.</p>
<p>A duas semanas atrás tive uma notícia &#8220;boa&#8221;(no começo eu pensei ser boa). O tal amigo, que ,até então, morava a dois prédios de distância, teve de se mudar, está morando agora a umas 5 ou 6 quadras.</p>
<p>Não posso ligar que senti um certo alívio e fiquei até feliz, mas isso durou só até o momento em que eu percebi o quão chateado meu companheiro ficou. O alívio foi substituído imediatamente por uma certa fúria interna, mas, mais uma vez, consegui contê-la e engarrafá-la, só espero que na hora em que eu abrir esta garrafa o gás já tenha acabado.</p>
<p>Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Sobre as cinzas por Marcus</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/19/sobre-as-cinzas/#comment-467</link>
		<dc:creator>Marcus</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 04:30:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1275#comment-467</guid>
		<description>Muito bonito!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bonito!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Por que é sábado por Arthur</title>
		<link>http://artcasez.wordpress.com/2009/08/10/por-que-e-sabado/#comment-465</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 16:00:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artcasez.wordpress.com/?p=1256#comment-465</guid>
		<description>Oi Roque, 

Estamos tentando isso. Ambos gostaríamos de conseguir resgatar a amizade como era, mas ficam alguns “gaps”. Tenho receio de conversar com ele sobre minhas vivências na área afetiva e ele fazer algum comentário lembrando nossa experiência juntos. Sei que ele evita dar algumas opiniões pela mesma razão. É isso que precisamos superar para seguir adiante.

Abração! 

Arthur</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Roque, </p>
<p>Estamos tentando isso. Ambos gostaríamos de conseguir resgatar a amizade como era, mas ficam alguns “gaps”. Tenho receio de conversar com ele sobre minhas vivências na área afetiva e ele fazer algum comentário lembrando nossa experiência juntos. Sei que ele evita dar algumas opiniões pela mesma razão. É isso que precisamos superar para seguir adiante.</p>
<p>Abração! </p>
<p>Arthur</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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